terça-feira, 18 de novembro de 2008

Yerka City !

YERKA CITY ... Imponente, orgulhosa e altiva, a ponto de querer elevar-se mais alto que as próprias nuvens, paixonetas do céu.
À entrada, a rugosa e estriada ponte levediça, qual surreal bocejo preguiçoso, deitava-me a língua de fora !
Os palácios e as casas burguesas agigantavam-se perante tamanha felicidade, esboçando tímidos sorrisos que iluminavam ainda mais as suas frontes magníficas.
Já o pequeno e atencioso rio Jacek, com os seus fios de algodão doce e que tão gulosa e languidamente deslizava pelas amargas ruas, chorava salgadas lágrimas de madrepérola.
As pequenas casas plebeias, revoltadas, escurecidas, tenebrosas, rompiam em tristes fiapos, sacudidas e incompreendidas pelo cruel e inconstante vento, mas embaladas e consoladas pelas acolhedoras e sempre fiéis nuvens !

1 comentário:

K disse...

Pena, não haver mais...
Já li tudo... ;)

Bjs