domingo, 7 de dezembro de 2008

Quando for grande não quero ser ...

Quando for grande não quero ser ... um indivíduo alucinado, alienado pela sociedade humana.
Não quero ter que obedecer a regras que contrariem a natureza das minhas próprias regras, ideias, ideais ou preceitos.
Quero viver em consonância com a inocência da natureza humana em toda a sua plenitude e incoerência.
Não desejo para mim própria amarras que condicionem a liberdade da minha existência e me façam sentir como um pássaro enjaulado numa gaiola dourada, dourada sim, mas ainda assim gaiola.
Não quero nada que corrompa tudo o que faz sentido para a minha pessoa, para a minha alma, para a minha essência.
Para aquilo que não quero não sei encontrar palavras, mas sei aquelas que me vêm logo à cabeça como desejáveis e que são LIBERDADE e SENSIBILIDADE !

1 comentário:

Ricardo Cruz e Costa disse...

Quando fores grande näo te queres desenquadrar. Quando fores grande näo te queres perder a ti e ao que te sustenta. Quando fores grande näo queres trepar às árvores erradas pelas razöes erradas e näo queres a promessa de que ali de cima a vista é mais bonita. Quando fores grande näo queres brilhar no centro da prateleira onde estäo os alfarrábios das gramáticas rectílineas, sem curvas e sem as vaidades de quem, vaidosa e orgulhosamente, reclama o seu espaco de vivo, de pés distraídos no seu chäo. Ou deverei dizer viva...!
beijäo